terça-feira, abril 21

Focus!

Hoje pediram-me que dividisse a minha "vida" em cinco partes - dentro de uma roda, quais fatias de um bolo - e que as pontuasse de 0 a 10 consoante o meu, respectivo, grau de satisfação. Sendo que o 0 era o "AGIR, JÁ!" e o 10 o "OBJECTIVO" mental e inconscientemente definido para o qual devo caminhar.
Graus atribuídos, é altura de escolher a "fatia do bolo" na qual quero canalizar a maioria da minha energia (repercurtindo resultados nas restantes partes) e definir objectivos. "Objectivos"... Para onde é que eu quero ir? Quero passar de um sete para um oito ponto cinco nesta fatia. Como? Não sei. Até quando? Essa foi fácil... Convinha ter isto mais ou menos delineado até ao final do curso. Mas voltemos à questão importante e que me tem vindo a atormentar há algum tempo: COMO?
Meus amigos, deixar esta questão em branco deixou-me extremamente inquieta comigo. É altura de arregaçar as mangas, bater umas palmas e pôr mãos à obra. Porque posso ter ficado sem resposta hoje, mas tive o maior raio de lucidez possível ao tomar consciência de que realmente isto tem que mudar.
Não sei (ainda!) para onde vou. Mas estou no Caminho!

terça-feira, fevereiro 24

Mais, sempre mais.

Conscientemente ou não, à medida que vamos conhecendo alguém, as nossas expectativas acerca dessa(s) pessoa(s) vão mudando. Começamos a esperar mais, a querer mais... ou até mesmo - não a querer - mas a esperar menos. Ao fim de alguns meses, concluindo que a pessoa tem possibilidades de dar o máximo, por que temos nós que nos contentar com algo abaixo disso? Não temos. Mesmo. E por essa razão vamos sempre exigir mais. Com tolerância zero.  Todos passamos pelo mesmo. Não vejo o porquê de lhes dar um "conforto" diferente. Do que depender de mim, mais, sempre mais.

sábado, maio 24

Indubitavelmente... feliz. (PARTE II)

« (...) Pouco a pouco fui vendo em ti alguém que nem todos conhecem, fui aprendendo a confiar e cedo me apercebi de que a tua grandeza não está só no tamanho. Admiro-te pelo que és, pelo que representas para mim. Respeito-te pelo que me ensinaste, por me fazeres seguir em frente quando a minha vontade era voltar para trás. E talvez fruto do teu ar tão paternal (ou da minha pequenez, já que tudo depende do ponto de vista :p) contigo sinto-me segura, sinto-me protegida… Deste-me a certeza de que só tu podes ocupar este lugar. »

quinta-feira, fevereiro 14

Soube-me a pouco.

Muita vida. Muita alegria. Muita garra. Muita luta. Muita voz. Muito esforço. Muito empenho. Muita dedicação. Muito riso. Muita lágrima. Muitos gritos. Muita rouquidão. Muito orgulho. Muita vontade. Muita coragem. Muita força. Muito estudo. (Poucas cadeiras feitas.)
Muita saudade.



Muito? Soube-me a pouco.

Estamos de volta!

sábado, fevereiro 2


Não precisa mudar
Vou-me adaptar ao seu jeito
Seus costumes, seus defeitos
Seu ciúme, suas caras
Pra quê mudá-las?

:)

quarta-feira, janeiro 2

A felicidade de alguém não está no que dizes ou no que fazes, mas sim no tamanho da tua alegria e na largura do teu sorriso quando dizes e quando fazes.

sábado, dezembro 22

TFEP (Talento Forma-se Enquanto Pretendente)


(...) Apesar do meu pouco tempo como pretendente, guardo já alguns momentos com bastante carinho: o meu primeiro acorde, os teus "não te atrapalhes" - ditos já com muita paciência, enquanto eu perdia as estribeiras a tentar trinar -, o meu Júnior, a minha audição, a acutação no Marquês- "É a minha Tuna, é a minha Chefinha!" - e as peripécias de pretendentes.

No dia 16 de Outubro abri as portas do Salão Nobre e gritei a plenos pulmões "AQUI VOU SER FELIZ!". Só errei no verbo. Aqui sou feliz. Obrigada por todas as alegrias que me proporcionaste (e um obrigado geral à tuna que tanto estimo).

Tal como um bebé que dá os seus primeiros passos, também eu não me esquecerei de quem me ensinou o meu primeiro acorde.
ADORO, ADORO, ADORO MICRO!!


(É mentira. Odeio esta merda.)

quarta-feira, setembro 26

Incrível.

Estou estourada. Estou feliz. Dei o litro, dei o máximo, dei o que tinha, o que não tinha e o que não imaginava ter. Ri-me, ri-me bastante. Ri-me até doer a barriga. Chorei, chorei muito. Chorei imenso. Lágrimas de orgulho, de alegria, de um amor que vai crescendo devagarinho. Marcando presença cá dentro e fazendo com que o meu olhar brilhe cada vez que grito por Ti. Nunca mais me vou esquecer deste dia. 25/09/07. Em que me disseram "Parabéns, és oficialmente caloira da FEP, miúda!". Em que me abraçaram com carinho e fizeram com que me sentisse parte da vossa Família (que um dia também será a minha). O dia em que me baptizaram. Se estou feliz? Muito. Muitíssimo. Realizei o meu sonho.

terça-feira, setembro 18

Oito anos.

Está em mim,
está em ti,
está em nós.



O Orgulho
de ser ACI.

terça-feira, agosto 28

E aí, pá?

A beleza de um lugar

não está nas maravilhas

que a natureza lhe deu,

mas sim,

no significado que nós lhe atribuímos.

E,

a meu ver,

a Bahia


tem um encanto inigualável.

sábado, julho 28

SURPRESA!!

Depois de tardes e noites com cadernos sobre os joelhos, músicas em looping, dedos cansados de tocar, vozes esgotadas, mãos e t-shirts cheias de tinta... O momento chegou. Há coisas pelas quais vale a pena esperar!
A expectativa, a adrenalina, o stress do contra-relógio e a pessoa a quem se destinava tanto esforço, fizeram com que déssemos o melhor de nós e o máximo que podíamos. Estamos exaustos, não o negamos.

Mas a sinceridade com que sorriste e disseste "Eu não estou a acreditar!" fez-nos crer que tantas horas de dedicação e empenho valeram a pena (e quanto!).
E no fim desta noite, lembro-me da tua expressão quando nos viste, e sou invadida pela completa certeza de que nunca mais te irás esquecer da primeira vez que foste surpreendida. :)


Os Teus.

sexta-feira, julho 27

Dizem que sim.


« É dificil conhecer-te realmente, és uma miúda nova todos os dias. Alegre, desprendida e solta, viva. Contagiante. Nunca te vi chorar, mas sei que já o fizeste. Talvez tivesse sido uma "válvula de escape". Esses teus ataques espontâneos de "Temos programa: vamos fazer um piquenique!" e outras coisas do género conseguem sempre surpreender-me...

Mas nem tudo são virtudes, e embora tentes sempre não te comparar com os outros, mas com o melhor que podes ser, ainda tens alguns aspectos menos positivos. És teimosa (demais quando sentes que tens razão). Impaciente, por vezes. Chegas normalmente atrasada a tudo. Tens aquele hábito que me deixa fora de mim de dizer "Estou a chegar!", quando ainda nem saíste de casa :P Já foste mais precipitada nas atitudes que tomas, mas ultimamente tens vindo a melhorar e a ponderar cada decisão.

Não és supersticiosa, o que me irrita imenso, porque não acreditas em (quase) absolutamente nada. Para ti o destino não existe. Ah... e agora aquele que tu não gostas que se saiba... Mas que eu conheço: és (um bocadinho) ciumenta quando não estás segura do que te dizem.

Fora isso... És Tu! Gostas de dizer que conheces muita gente, mas que AMIGOS, tens apenas os necessários. E a confiança que depositas neles... Dizes com orgulho que são a melhor coisa do Mundo. :D

Tu és verdadeiramente feliz! E a cada dia tenho mais a noção de que nunca vou conseguir ser como tu, e é por isso que gosto tanto de ti. »

terça-feira, julho 24

10


"Tudo vale a pena, quando a alma não é pequena."

segunda-feira, julho 16

Do you know what you are getting yourself into?


Todos os dias sinto(-te) falta. Onde estás?
Sento-me no chão e puxo a caixa onde (te) guardo com tanto carinho tudo o que me leva a ti. Deixo-me ficar até sentir o rabo quadrado e o pescoço dormente. Que é feito de ti?
Afago a tua fotografia e a tua camisola. Traz-me conforto. Traz-te para mim. Quanto mais tempo demoras?
Encosto a cabeça à colcha da cama, sem te largar, sem tirar os olhos de ti. Tenho a vista turva de saudade. Ainda falta muito?
Às vezes acho impossível conseguir conter(-te) tanto cá dentro. Ninguém entende, ninguém percebe, mas também não preciso nem quero que tentem. Será que alguma vez iam conseguir?
Fecho os olhos e deixo o sol aquecer-me o rosto. Ouço o mar, ao longe. Sinto o vento despentear-me os cabelos, com cócegas ligeiras no pescoço. Sinto o teu beijinho na minha testa. ("Tchi amo, meu bem.")
Abro os olhos, dói-me o pescoço. Volto(-te) a colocar na caixa a fotografia e a camisola. Sinto o rabo quadrado, é altura de levantar. Continuas aí.



I love you and that's what you are getting yourself into.

ICN.

segunda-feira, julho 2

Sentir o meu pulsar

Neste dia em que aqui vens, à procura de um amigo, na certeza de um encontro... Contigo.



(Traz a magia contigo, a alegria no olhar.)
Don't be hasty
Don't treat me like a baby
Let me take you where you'll let me
Because leaving just upsets me

sexta-feira, junho 22

- "PÁRE, CUIDADO!

- Meu Deus, ele vai ser atropelado! (Sofia)
- NEM PENSAR! Espere! Deixe-me ajudá-lo... Venha por aqui, está vermelho para os peões. (Inês)
- Ah, muito obrigado. Morrer é que não! (Ele)
- Venha comigo, eu levo-o até à passadeira. Quer que atravesse consigo até ao outro lado? (Inês)
- Não, não é preciso, eu consigo. (Ele)
- Tem a certeza? Eu vou consigo, não me custa nada. Espere só um bocadinho, ainda não ficou verde. (Inês)
- Não, deixe estar. Eu quero ir para a Loja do Cidadão, por onde é? (Ele)
- Ah, não é por aqui. É nesta direcção, pronto. Se for sempre em frente chega lá. Quer que o leve? Não me custa nada. A sério. (Inês)
- Não, muito obrigado. Eu chego lá. Obrigada pela ajuda. (Ele)
- Não tem nada que agradecer. (Inês)"


Como será o dia-a-dia de um cego?
Viver na constante incerteza, no imprevisto, no medo de cada passo que se dá?
Hoje eu estava lá. E amanhã, estarei?
Obrigado, por cuidares de Mim.

segunda-feira, junho 18

Alvarinho

Naqueles minutos antes do exame, em que estamos tão ansiosos por ter o teste à frente que só dizemos merda (incluindo os professores, que devem de certeza ficar afectados pelas nossas ondas nervosas), diz o professor vigilante:
- O que é que tu queres, oh Inês? As tuas sapatilhas também são horríveis e ninguém diz nada...
- Pois não, estão todos demasiado ocupados a olhar para as suas, stôr. São leiindas.
- Catarina, entrega o exame. -.-'
Ps: Se o Pessoa me aparece à frente, esgano-o.

quinta-feira, junho 7

MV

"Procuro uma palavra para melhor definir este som. Procuro uma palavra para definir os olhos que perscrutam a plateia, que aproximam cada verso daquilo que queremos mais nosso - a felicidade.
A Mafalda entrega a cada verso que canta uma doçura que não encontramos em mais nenhuma escritora de canções no nosso país. Porque toca na nossa alma e na nossa pele em partes iguais, entregando a quem a ouve aquilo que mais é necessário na música - a beleza.
Encontro uma palavra para melhor definir este som - o afecto. A Mafalda é uma cantora ímpar, bonita pelos versos que canta e pela pessoa tão querida que os compõe."



Jorge Reis-Sá