quarta-feira, maio 11

Para onde olhas é para onde vais.

sábado, maio 7

gosto disto

Gosto. Gosto de conversar. Gosto de falar, mas prefiro escrever. Gosto do toque do papel. Gosto das teclas. Não gosto do touch. Gosto do que é físico, não gosto do virtual. Gosto deste bocadinho de tudo, mas prefiro o moleskine. Gosto de conduzir, principalmente com o rádio no máximo. Gosto da adrenalina, detesto monotonia. Gosto de ver um amigo chegar. Gosto de um "até já". Gosto da confusão do metro em hora de ponta. Gosto de passear com os phones nos ouvidos. Gosto do movimento. Detesto o tic-tac do relógio. Gosto do ritmo, adoro a melodia. Não gosto da voz. Gosto de dançar, para mim, sem público. Gosto de rir, adoro ouvir uma boa gargalhada. Gosto da minha almofada, mas prefiro os teus braços. Gosto de estar feliz. Não gosto que me acordem. Detesto despertadores. Gosto de provar. Gosto de comer. Não gosto de me sentir apertada, mas adoro um abraço bem forte. Gosto de encontrar um amigo de longa data. Gosto de amizades de longas distâncias. Não gosto da viagem, gosto de chegar. Gosto de partir, mas não gosto de despedidas. Gosto de pensar, entretém-me imenso. Gosto de chocolate negro. Não gosto de bolos. Gosto de boas acções inesperadas. Gosto de poder escolher. Não gosto de dependências. Gosto do som da chuva na janela. Não gosto do vento nos cabelos. Gosto do amanhecer depois de uma noite de festa. Não gosto da ressaca. Não gosto do escuro. Gosto da transparência. Gosto de novas oportunidades. Não suporto estar parada. Gosto de trabalhar. Gosto de mudar. Gosto de aprender. Gosto de experimentar. Não gosto de "empatas". Gosto de um bom jogo de futebol. Gosto da praia. Não gosto da areia nos pés. Gosto de saborear a vida. Gosto disto.

quinta-feira, setembro 23

"Põe quanto és no mínimo que fazes."

quarta-feira, setembro 22

MB

Conto os dias que faltam para te ver. Conto as horas restantes para ouvir o som da tua voz. Chega depressa. Traz a tua melodia - que é tão tua - , que me faz faz vibrar e sonhar numa outra dimensão. (Suspiro). O meu calendário riscado denuncia a proximidade da data. Quero-te ver, quero-te ouvir, cantar contigo. Encanta-me com esse charme que é só teu e deixa-me ali anestesiada, como se de morfina te tratasses. (Suspiro outra vez. I will cry you a river).

segunda-feira, setembro 6

Good morning, sunshine!

Dou por mim na rua a pensar em ti. Assim, de repente, quando reparo lá estás tu outra vez. Ontem à noite dei mais uma volta ao quarteirão (apesar de já ter o depósito na reserva) só para poder ouvir a "oh happy day" até ao fim. Podia ter ficado no carro a ouvi-la na garagem, mas o piloto automático levou-me até onde te conheci. Fico a imaginar o que estarás a fazer, onde estás agora e se tens calçadas as tuas sapatilhas da Berg. Sei que estás feliz e que te estás a adaptar bem, que te tens divertido e que provavelmente também aí seguras o cabelo com a mão quando te ris. Tenho infinitas saudades tuas e irrita-me solenemente que o teu número já não esteja na lista dos últimos contactos a quem enviei uma mensagem no meu telemóvel. Ou não poder ouvir o teu "goodmorning, sunshine" logo pela manhã. Sinto falta de não saber todos os minutos do teu dia e de não partilhar contigo todas as horas do meu. Quero que sejas o mais feliz (im)possível aí e que faças desta uma das melhores experiências da tua vida, que tragas contigo tanta gente quanta aquela que te vai guardar e não esquecer. Que vivas ao limite sem deixar nada por sentir, cantar, dizer, sonhar, dançar, viver. E se em algum momento te sentires assim, pensa que em pouco tempo tudo será normal outra vez, mas que esse lugar nunca mais será o mesmo para ti. Então, muda a banda sonora, levanta-te da cama e recarrega as baterias. Não tarda nada estou a abraçar-te à chegada e quero ouvir de ti todos os segundos de que não soube nestes meses.
Sorri. Grita. Tira fotografias. Dança. Telefona. Conhece. Aprende. Ri. Prova. Saboreia. Experimenta. Vive. You're my person, and I'm your person too.

domingo, setembro 5

Too heavy

Caetano no media player, viajo sem fim no meu mundo imaginário. Sem destino, sem rumo. À procura de nada nem ninguém, em busca de tudo e de todos. Como conseguem o coração e a cabeça ser tão contraditórios? Aparece meu grilo falante, que hoje preciso de ti mais do que ontem.

sábado, setembro 4

Creative minds

Às vezes uma palavra pode-nos fazer questionar uma crença de uma vida. Por vezes, um momento pode-nos levar à dúvida sobre a veracidade desse mito.
Serás tu um mito? A ciência diz que sim, os cépticos também. Mas a ciência também achava que nada era mais pequeno do que o átomo, até que o abriu e descobriu tudo o que estava lá dentro. A ciência também falha. E tu?
Tu também falhas. Dou voltas à imaginação a pensar em quem te inventou, pois de alguma mente criativa tu surgiste. Tu, não existes. Não como te pintam. Não como nos ensinam. És a personagem principal do maior livro alguma vez escrito e lido, aquele que muitos adoram e temem, e provavelmente o Homem mais famoso do universo.
O Universo. Se tu o criaste, quem te criou a ti?

quinta-feira, agosto 5

a tua caminhada

Tu és jovem. Atender a quem te chama é belo, lutar por quem te rejeita é quase chegar a perfeição. A juventude precisa de sonhos e se nutrir de lembranças, assim como o leito dos rios precisa da água que corre e o coração necessita de afecto. Não faças do amanhã o sinónimo de nunca, nem que o ontem seja o mesmo que nunca mais. Os teus passos ficaram. Olha para trás mas vai em frente, pois há muitos que precisam que chegues para poderem seguir-te.

domingo, fevereiro 28

Humpf!

Preciso que me estalem as costas, me partam às postas e me ponham a fritar...

sexta-feira, fevereiro 19

question mark.

Levantas o teu corpo cansado do chão.
Afasta esse peso que te esmaga o coração.
Eu venho de tão longe.
E eu tenho medo, confesso, de dar.
O mundo onde guardo tudo o que mais quis salvar.
Só pode voar quem arriscar cair.
Só se pode dar quem arriscar sentir.

Abraça-me bem.

domingo, outubro 25

Changing.

Às vezes há situações que nos obrigam a mudar.
A adaptação exige flexibilidade, vontade e persistência. Exige treino contínuo, e o cansaço daí derivado é muito... É extenuante.

Sinto-me uma bailarina em cima de um palco. Mil olhos colocados em mim, o corpo a pedir-me uma pausa, e eu só peço que as luzes se apaguem, as cortinas se fechem, para poder ouvir - pelo menos - os aplausos...

Começar de novo, de forma diferente.

terça-feira, agosto 11

A Vida Em Directo - Ferreira do Zêzere 2OO9

Sabes aqueles dias em que acordas, depois de umas míseras horas de sono, e te sentes capaz de tudo e de qualquer coisa? Aquelas manhãs em que acordas a dançar, as gargalhadas são música para os teus ouvidos e sentes que alguém te deve ter retirado o botão do "off" enquanto dormias? Sabes aqueles momentos em que te propões ensinar algo a alguém, mas no fim das contas quem aprendeu mais foste tu? E quando no final, olhas para as mesmas pessoas que partilharam aqueles dias contigo, vês como cresceram, como rejuvenesceram, como estão cheias de graça e espírito... E como isso te dá vontade de fazer tudo de novo, ser mudança outra vez! Sabes, sabes?? Eu sei.



quarta-feira, maio 6

Sangue, suor e lágrimas.


"Não tem rodas nem motor,
Nem sequer anda a vapor.
É o carro que mais vai causar furor...
ECONOMIA.

A censura bem tentou,
Mas o carro lá andou.
Devagar, à tribuna lá chegou...
ECONOMIA."


Podem-nos ter tirado o carro.
Podem-nos ter tirado a liberdade de expressão.
Podem ter deitado por terra um mês de esforço, dedicação e trabalho.
Mas ninguém nos tira nem pode tirar aquilo que somos.
05 de MAIO de 2OO9.

terça-feira, abril 21

Focus!

Hoje pediram-me que dividisse a minha "vida" em cinco partes - dentro de uma roda, quais fatias de um bolo - e que as pontuasse de 0 a 10 consoante o meu, respectivo, grau de satisfação. Sendo que o 0 era o "AGIR, JÁ!" e o 10 o "OBJECTIVO" mental e inconscientemente definido para o qual devo caminhar.
Graus atribuídos, é altura de escolher a "fatia do bolo" na qual quero canalizar a maioria da minha energia (repercurtindo resultados nas restantes partes) e definir objectivos. "Objectivos"... Para onde é que eu quero ir? Quero passar de um sete para um oito ponto cinco nesta fatia. Como? Não sei. Até quando? Essa foi fácil... Convinha ter isto mais ou menos delineado até ao final do curso. Mas voltemos à questão importante e que me tem vindo a atormentar há algum tempo: COMO?
Meus amigos, deixar esta questão em branco deixou-me extremamente inquieta comigo. É altura de arregaçar as mangas, bater umas palmas e pôr mãos à obra. Porque posso ter ficado sem resposta hoje, mas tive o maior raio de lucidez possível ao tomar consciência de que realmente isto tem que mudar.
Não sei (ainda!) para onde vou. Mas estou no Caminho!

terça-feira, fevereiro 24

Mais, sempre mais.

Conscientemente ou não, à medida que vamos conhecendo alguém, as nossas expectativas acerca dessa(s) pessoa(s) vão mudando. Começamos a esperar mais, a querer mais... ou até mesmo - não a querer - mas a esperar menos. Ao fim de alguns meses, concluindo que a pessoa tem possibilidades de dar o máximo, por que temos nós que nos contentar com algo abaixo disso? Não temos. Mesmo. E por essa razão vamos sempre exigir mais. Com tolerância zero.  Todos passamos pelo mesmo. Não vejo o porquê de lhes dar um "conforto" diferente. Do que depender de mim, mais, sempre mais.